Mostrar mensagens com a etiqueta Kaixismos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Kaixismos. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 15 de maio de 2012
Hollande, França, Holanda...
Depois da vitória nas eleições francesas por Hollande, os partidos políticos holandeses já procuram um candidato que tenha como apelido France...
sábado, 5 de maio de 2012
Alarido "Pingo Doce"
Há 2 coisas que não percebo sobre o alarido "Pingo Doce".
1.º "Ai, as lojas abriram no feriado, os trabalhadores são explorados" [aplica-se a todas as "GRANDES SUPERFÍCIES"]. Não percebo isto. Há tanta loja aberta neste dia (bombas de gasolina, restaurantes, televisões, técnicos de manutenção de telecomunicações, comboios, autocarros, etc), mas só os dos supermercados/hipermercados é que são escravizados neste dia. Se acham que ninguém deve trabalhar neste dia, então pára tudo. Quem quiser sair à rua sai por sua conta e risco. Se ficar sem combustível, volta a casa a pé e espera pela meia-noite. Enfim... "Ah, não se pode trabalhar neste dia!", mas quem profere estes discursos quer que estejam os repórteres a ouvir tudo e a preparar as notícias e reportagens (presumo que deve ser por amor à camisola e não por serem funcionários de alguém).
2.º Alguém não percebe porque tanta gente quis aproveitar os 50% de desconto? Mas haverá mesmo alguém que não quer fazer compras a metade do preço? Então porque têm os cartões dos supermercados, esperam pelos saldos, compram pela net para ser mais barato, acumulam cupões para o combustível, etc? Ainda por cima com a crise que está. E não interessa se foram bens de 1.ª necessidade ou não. TODA a gente quer comprar as coisas mais baratas, sejam essas pessoas pobres ou ricas (sim, porque já não há meio termo - "classe média" é uma expressão que vai passar a ser utilizada apenas nos livros de História). Aproveitar 50% de desconto para comprar sardinhas em lata e paletes de minis é mau, mas se fosse um carro topo de gama, um telemóvel, um tablet, uma casa, etc, com 50% de desconto, já toda a gente aproveitaria e faziam fila e conversavam animadamente enquanto esperavam.
Enfim...
1.º "Ai, as lojas abriram no feriado, os trabalhadores são explorados" [aplica-se a todas as "GRANDES SUPERFÍCIES"]. Não percebo isto. Há tanta loja aberta neste dia (bombas de gasolina, restaurantes, televisões, técnicos de manutenção de telecomunicações, comboios, autocarros, etc), mas só os dos supermercados/hipermercados é que são escravizados neste dia. Se acham que ninguém deve trabalhar neste dia, então pára tudo. Quem quiser sair à rua sai por sua conta e risco. Se ficar sem combustível, volta a casa a pé e espera pela meia-noite. Enfim... "Ah, não se pode trabalhar neste dia!", mas quem profere estes discursos quer que estejam os repórteres a ouvir tudo e a preparar as notícias e reportagens (presumo que deve ser por amor à camisola e não por serem funcionários de alguém).
2.º Alguém não percebe porque tanta gente quis aproveitar os 50% de desconto? Mas haverá mesmo alguém que não quer fazer compras a metade do preço? Então porque têm os cartões dos supermercados, esperam pelos saldos, compram pela net para ser mais barato, acumulam cupões para o combustível, etc? Ainda por cima com a crise que está. E não interessa se foram bens de 1.ª necessidade ou não. TODA a gente quer comprar as coisas mais baratas, sejam essas pessoas pobres ou ricas (sim, porque já não há meio termo - "classe média" é uma expressão que vai passar a ser utilizada apenas nos livros de História). Aproveitar 50% de desconto para comprar sardinhas em lata e paletes de minis é mau, mas se fosse um carro topo de gama, um telemóvel, um tablet, uma casa, etc, com 50% de desconto, já toda a gente aproveitaria e faziam fila e conversavam animadamente enquanto esperavam.
Enfim...
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Gosto... :)
«100 Single Ladies stop traffic with Beyonce's famous leggy dance in Piccadilly Circus, to celebrate the
announcement by Trident of its free Beyonce gig in November.»
segunda-feira, 1 de março de 2010
Recomendo!
Para estreia nesta nova morada, começo por recomendar esta peça de teatro com o José Pedro Gomes (e encenação do António Feio).
Hilariante! Se puderem ir ver, não percam a oportunidade.
Hilariante! Se puderem ir ver, não percam a oportunidade.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Chocolate quente...
Um grupo de jovens licenciados, todos bem sucedidos nas carreiras, decidiu fazer uma visita a um velho professor, agora reformado.
Durante a visita, a conversa dos jovens alongou-se em lamentos sobre o imenso stress que tinha tomado conta das suas vidas e do seu trabalho.
O professor não fez qualquer comentário sobre isso e perguntou se gostariam de tomar uma chávena de chocolate quente. Todos se mostraram interessados e o professor dirigiu-se à cozinha, de onde regressou vários minutos depois com uma grande chaleira e uma grande quantidade de chávenas, todas diferentes - de fina porcelana e de rústico barro, de simples vidro e de cristal, umas com aspecto vulgar e outras caríssimas. Apenas disse aos jovens para se servirem à vontade. Quando já todos tinham uma chávena de chocolate quente na mão, disse-lhes:
- Reparem como todos procuraram escolher as chávenas mais bonitas e dispendiosas, deixando ficar as mais vulgares e baratas... Embora seja normal que cada um pretenda para si o melhor, é isso a origem dos vossos problemas e stress. A chávena por onde estais a beber não acrescenta nada à qualidade do chocolate quente. Na maioria dos casos é apenas uma chávena mais requintada e algumas nem deixam ver o que estais a beber. O que vós realmente queríeis era o chocolate quente, não a chávena; mas fostes conscientemente para as chávenas melhores...
Enquanto todos confirmavam, mais ou menos embaraçados, a observação do professor, este continuou:
- Considerai agora o seguinte: a vida é o chocolate quente; o dinheiro e a posição social são as chávenas. Estas são apenas meios de conter e servir a vida. A chávena que cada um possui não define nem altera a qualidade da vossa vida. Por vezes, ao concentrarmo-nos apenas na chávena acabamos por nem apreciar o chocolate quente que Deus nos ofereceu. As pessoas mais felizes nem sempre têm o melhor de tudo, apenas sabem aproveitar ao máximo tudo o que têm. Vivei com simplicidade. Amai generosamente. Ajudai-vos uns aos outros com empenho. Falai com gentileza...
... e apreciai o vosso chocolate quente.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Saramago e o Carnaval... qual a relação?
O dia de Carnaval é o dia preferido do Saramago para escrever os livros.
Passo a explicar:
O Governo deu tolerância de ponto para o dia do Carnaval.
Ora, como ele nunca escreve os pontos nas frases, assim com a tolerância de ponto tem desculpa para não ter que os escrever...
:-)
Passo a explicar:
O Governo deu tolerância de ponto para o dia do Carnaval.
Ora, como ele nunca escreve os pontos nas frases, assim com a tolerância de ponto tem desculpa para não ter que os escrever...
:-)
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Kaixismo do dia
A Pffizer, empresa que produz o Viagra, anunciou que também vai despedir empregados das suas fábricas.
Questionados sobre isso, disseram que fazia sentido para manter a empresa em pé, e que iam aproveitar isso para slogan dos seus produtos:
"Com Viagra, já não é preciso tanta mão-de-obra para mantê-la de pé."
Questionados sobre isso, disseram que fazia sentido para manter a empresa em pé, e que iam aproveitar isso para slogan dos seus produtos:
"Com Viagra, já não é preciso tanta mão-de-obra para mantê-la de pé."
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
A porta está só encostada
A porta está só encostada
(texto publicado no Lux Frágil, nº5)
Liguei o computador para escrever sobre o amor. Vinha cheia de ideias, sentimentos, frases tão feitas e tão inspiradoras que nem o nevoeiro-à-D. Sebastião que paira sobre Lisboa as conseguiria dissipar. Até que me deparei com a folha em branco, o cursor a piscar, insistente, a pedir palavras. E percebi que isso era o mais fácil. Escrever sobre o amor, viver com amor, acordar e dormir com amor, é o mais fácil. A partir do momento em que se tem, é tudo de uma facilidade relativa. Difícil é viver sem ele
(texto publicado no Lux Frágil, nº5)
Liguei o computador para escrever sobre o amor. Vinha cheia de ideias, sentimentos, frases tão feitas e tão inspiradoras que nem o nevoeiro-à-D. Sebastião que paira sobre Lisboa as conseguiria dissipar. Até que me deparei com a folha em branco, o cursor a piscar, insistente, a pedir palavras. E percebi que isso era o mais fácil. Escrever sobre o amor, viver com amor, acordar e dormir com amor, é o mais fácil. A partir do momento em que se tem, é tudo de uma facilidade relativa. Difícil é viver sem ele
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Conhece o Poirot?
"O stor conhece o Poirot? Parece-se com ele, tem a resposta sempre pronta pra dar"
by Aluna do 7.º ano.
by Aluna do 7.º ano.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Há acessórios que são mesmo uma...
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
Viagem...
Não interessa o passado, nem o que achas que vai ser o teu futuro...
... interessa é o modo como vives a viagem...
... interessa é o modo como vives a viagem...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
